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100 ANOS DE SABEDORIA EM 18 MINUTOS | POR CHARLIE MUNGER

Ontem a bolsa brasileira subiu, a bolsa americana subiu, mas o mercado financeiro teve uma de suas piores perdas da história… Charlie Munger, sócio e amigo de Warren Buffett, nos deixou aos seus 99 anos. 

Sim, primos – um dos maiores investidores de todos os tempos viveu 99 anos! E muitos de você estão com seus 30, 40 ou 50 anos e acham que já é tarde demais pra investir.

É aí que percebemos como o foco no longo prazo não é uma estratégia condicional, mas fundamental se você quiser construir qualquer patrimônio na bolsa de valores.

E para homenagear Charlie, resolvi trazer aqui um pouco da sua história, princípios de investimentos e cases de sucesso ao longo desses 99 anos de história (e fica de reflexão: Munger viveu 99 e começou a investir na década de 1960, ou seja, são mais de 60 anos investindo, quase 100 anos de história e que vou te trazer em forma de conteúdo em poucos minutos, acho que vale a pena investir um pouco do seu tempo para estudar esse vídeo, não?)

Charlie Munger deixou um legado para o mercado financeiro. Um legado que tivemos a honra de poder acompanhar, pelo menos em parte. Espero que esse vídeo ensine sobre investimentos o tanto quanto Charlie me ensinou e formou a minha forma de pensar nesse mundo. Bom vídeo e bons investimentos, primos!

100 ANOS DE SABEDORIA EM 18 MINUTOS | POR CHARLIE MUNGER

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Em 1996, os bancos estavam entrando num processo de downsizing dos seus sistemas. Ou seja, estavam trocando os computadores mainframes, que chegavam a ocupar 2 andares da estrutura do banco, por computadores de mesa.

Com isso, surgiu a necessidade que houvesse alguém para ajudar os bancos a montar esses projetos de downsizing e ajudasse eles a executar esses projetos.

Foi nesse cenário, em São Paulo, que mais uma empresa nascia em solo brasileiro: a senior solution.

Como o seu próprio nome dizia, a empresa nascia com a ideia de ser uma solução, especialmente para o mercado financeiro.

De 2005 a 2010, foram 5 aquisições visando se tornar uma das maiores empresas do país fornecedoras de softwares ao mercado financeiro: NetAge e Pulso, para o setor bancário; Impactools, para o setor de previdência; Intellectual Capital, para o setor de fundos; e Controlbanc, para o serviço de Consulting.

Foi efetivo. A empresa cresceu, gerou economia, se consolidou, e em 2013, seu IPO foi lançado ao mercado. Captaram nada mais do que R$ 39,7 milhões de reais.

Mas… não parou por aí.

De 2013 até hoje, a Sênior Solution adquiriu mais 7 empresas. O que antes era uma empresa de software bancário se tornou muito mais robusta: agora ela havia software para bancos, para previdências, para fundos e para consórcios.

Ela já não era mais aquela Sênior Solution pequena, que nem software próprio tinha. Mudou seu nome para Sinqia, em dezembro de 2018.

A receita da empresa é obtida de algumas formas diferentes:

1) A principal é por meio de subscrições. Ou seja, os clientes pagam um aluguel mensal pelo uso dos softwares que a Sinqia disponibiliza. É, por exemplo, igual a você pagando a sua assinatura da Netflix.

Com softwares, a Sinqia pode ganhar tanto nessa subscrição quanto também na implementação dos softwares na plataforma dos clientes.

Só que, aqui vem um racional que você precisa entender: se a Sinqia ganha dinheiro na subscrição e na implementação, por que a sua receita hoje é explicada, em maior parte, pela subscrição?

Pensa assim: imagina que você é um dos maiores bancos do
Brasil, e tem uma estrutura GIGANTE de operação, em praticamente todos os cantos do país. Imagine que você queira migrar o software que faz suas operações funcionarem… não é de se esperar que o custo seja alto, e que o processo também seja demorado?

É justamente isso que acontece no mercado em que a Sinqia se encontra. O custo de implementação é alto e a operação acaba sendo tão complexa (demora de 6 meses a 2 anos) que você tem uma dificuldade enorme de ganhar Market share e fazer implementações. Pensando nisso, a Sinqia passou a subsidiar os custos das implementações VISANDO ganhar por meio das subscrições.

81,2% da receita líquida da Sinqia é receita recorrente. Com um complemento bem legal que, em 2017, era de 70,6%. Logo, em 1 ano a empresa aumentou praticamente 10 pontos percentuais sua receita recorrente.

Outsourcing, basicamente o que acontece é que um funcionário da Sinqia acaba sendo terceirizado por uma empresa cliente pra trabalhar dentro da empresa cliente. A ideia é que ele possa estar em tempo integral dentro da empresa em questão pra ajudar em casos de algum problema. Isso é muito importante, principalmente porque a Sinqia oferece softwares de “missão crítica”, ou seja, softwares que se der algum pau, a empresa simplesmente para.

Já Consulting, basicamente, é consultoria.

Existem algumas informações financeiras da empresa que você precisa saber:

1) Se você pretende estudar a Sinqia, não faz tanto sentido olhar o lucro líquido. O motivo é simples: como a Sinqia faz muitas aquisições, o lucro líquido acaba sempre sendo “deturpado” pelas aquisições que ela faz. Isso acontece tanto pela integração da Sinqia com a empresa adquirida, como também com uma questão de ágio, porque a diferença entre o PL contábil da empresa adquirida e o valor que a Sinqia efetivamente pagou, a Sinqia consegue amortizar ao longo do tempo (isso impacta lucro, mas não o caixa).

Por isso, ao olhar os resultados, olhe principalmente para o EBITDA e o Lucro de Caixa Ajustado da Sinqia.

2) O free float da empresa está em, mais ou menos, 72%.

3) Em 9 de Julho de 2014, saiu a medida provisória 651. Entre as várias especificações dessa MP, o artigo 16 trata de um benefício fiscal que isenta investidores de ações de algumas empresas do imposto de renda relacionado ao ganho de capital, ou seja, se o investidor dessas empresas comprasse ações delas a R$ 10 e vendessem a R$ 20, esse ganho de capital é isento de imposto de renda.

Esse benefício começou a partir da criação da MP e vai até 31 de dezembro de 2023, e a Sinqia está dentro desse benefício.

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RESUMO DO SEU BUSINESS

A Paranapanema S.A. (PMAM3) atua na fundição e no refino de cobre primário e na produção de semimanufaturados de cobre e suas ligas. É, assim, a única empresa a transformar o cobre mineral em metal no Brasil.

Todo o processo é muito interessante, e envolve um bom planejamento. Eu fui até a sede da Paranapanema, na Bahia, e pude ver com os meus próprios olhos como isso é feito. Ele é feito em etapas:

O primeiro é receber o concentrado de cobre da mineração. Ele chega à Paranapanema com um percentual de 24 a 28% de cobre, e a Paranapanema tem que trabalhar para transformar essa porcentagem.

Para isso, eles primeiro derretem o cobre com o smelter, ou mais precisamente, com um forno chamado de forno flash. Nessa etapa, o material que se é obtido vem com um percentual próximo de 63% de cobre.

Depois, ao passar por um conversor, ele se torna o que é chamado de um cobre blister, que tem 98% de cobre mas ainda não é um material refinado, ou seja, ainda é preciso eliminar impurezas desse material, como enxofre e metais como prata e ouro, para ele se tornar um cobre realmente puro.

E aqui vem um diferencial muito importante da Paranapanema: o processo de refino da empresa passa pela refinação eletrolítica. Ela é a única empresa brasileira que utiliza esse processo. Com isso, apesar de fazer com que a produção do cobre seja mais cara, a Paranapanema consegue fazer com que o cobre que ela refina tenha um teor de pureza de 99,9%, enquanto as concorrentes brasileiras têm um cobre de 99,5%.

Daqui vem o que chamamos de cátodo, e é por isso que a Paranapanema é a única produtora brasileira de cátodo.

REESTRUTURAÇÃO DA DÍVIDA

E já que citei a reestruturação da dívida da Paranapanema, é muito importante que falemos sobre ela. Isso porque:

– Em 2016, a empresa estava alavancada 9x em relação ao seu Patrimônio Líquido, e conseguiu diminuir para 1,9x em 2017 (baita economia).

– O processo envolveu uma série de negociações junto aos credores representantes de cerca de 84% das dívidas financeiras da Paranapanema.

– A Paranapanema finalizou o processo em setembro de 2017. Obteve uma redução de 28% e um alongamento de 94% da dívida financeira, que passou a ter prazo médio de 4,5 anos. Uma capitalização de R$ 712 milhões, por meio de ofertas públicas restritas de ações e de debêntures (mandatoriamente conversíveis em ações).

– Esses processos foram fundamentais para a empresa porque cerca de 92,5% da dívida da empresa é em dólar, ou seja, além de ter que considerar os juros e os pagamentos, a empresa tem que considerar também a variação cambial na hora de estruturar a sua dívida. Inclusive, 87% da sua dívida atualmente está no longo prazo.

VANTAGENS NO MERCADO

– É a maior produtora brasileira não-integrada de cobre refinado, vergalhões, fios trefilados, laminados, barras, tubos e conexões;

– O Brasil está entre os top 20 países em mineração de cobre, mas não está entre os top 20 países em produção de cobre refinado;

– 13ª maior empresa do setor de siderurgia e metalurgia, 165ª maior do país.

– A empresa está num setor onde a expectativa de longo prazo é interessante: muitos países estão realizando políticas para que daqui 10, 20 anos, os carros que saiam no mercado sejam elétricos. Inclusive, há países que até mesmo pensam em proibir o uso de carros feitos a gasolina.

Se você tem esse alinhamento de ideia para o futuro, investir na bolsa e escolher a PMAM3 pode estar no seu radar (e olha que a economia, como mostra o ibovespa na bolsa de valores, está bem animador)

EXPECTATIVAS FUTURAS

– A Paranapanema é uma empresa turn-around, ou seja, uma empresa que está tentando reverter a situação em que ela se encontra. Ela não é uma empresa como o Banco Inter, que está tentando crescer ainda mais. A Paranapanema está tentando VOLTAR a crescer.

– Ela apresentou lucro no 4T18, dando sinais que esse turn-around pode de fato acontecer. Para os acionistas, essa notícia é muito positiva.

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O grande resumo do business da Disney é: magia.

A realidade é que a Disney já faz parte da história da humanidade, e não importa se no começo ela cresceu com todo o seu mercado voltado para o mundo das animações, ou se com o tempo ela diversificou os seus investimentos e hoje abrange o mercado de televisão, produção de filmes e séries, e inclusive também o mercado de parques temáticos. Não importa.

Ela é uma empresa mágica, e hoje detém o título de maior conglomerado de mídia independente do mundo, quando falamos de receita.

Se formos fazer um grande resumo do que é hoje a Walt Disney, temos:

– Estúdio de Cinema: Walt Disney Studios
– Walt Disney Media Networks;
– Disney Direct-to-Consumer e Internacional;
– Walt Disney Parks and Resorts;
– ABC, já que a Disney opera a rede de transmissão do Canal ABC, e outros canais de rede de televisão, como a própria Disney Channel e também a ESPN;
– E mais recentemente, e talvez você esteja lembrado, a Disney fez uma fusão com a Fox, que inicialmente foi anunciada por um valor de 52 bilhões, mas foi aumentado para 71 bilhões de dólares em junho deste ano.

Mas esse é “só” o business. A sua história é igualmente mágica.

RESUMO DA HISTÓRIA DA EMPRESA

A Walt Disney Company, ou simplesmente Disney, foi fundada em 1923 pelos irmãos Walt e Roy Disney. Mas hoje, a Disney tem como presidente e CEO Bob Iger, que ocupa o cargo de presidente desde 2012 e de CEO desde 2005, e que está dentro da Disney desde 1996.

A empresa leva seu nome atual desde 1986, época em que expandiu suas produções para o teatro, rádio, música, publicidade e mídia online. A Disney também criou novas divisões corporativas com o objetivo de comercializar conteúdo para adultos, como a Touchstone Pictures, visto que sua marca principal, Disney, está associada a aspectos familiares e infantis.

E aqui é importante entender uma coisa muito, mas muito importante da Disney: o fato dela ser infantil, e ter espaço de conteúdo para outras idades, faz com que ela tenha uma influência enorme sobre as pessoas. Porque, veja: quantos de nós não crescemos com base nos desenhos da Disney? Quantos de nós, na adolescência e até hoje, não somos impactos por produtos dela, como os filmes de super-heróis?

Por incrível que pareça, até se você ligar num canal ESPN hoje, você estará tendo um conteúdo Disney. E é aqui que tá um dos melhores fundamentos da empresa. Somos tão acostumados a ver, ler, assistir, sonhar com coisas da Disney, que nós não só somos moldados com o seu o produto, como também acabamos associando ele a magia, e coisas boas. Assim como eu fiz no começo do vídeo, hehe.

Mas chega de falar da magia da empresa. É um fundamento importante, mas eu sei que você quer detalhes mais técnicos. E é isso que eu vou te dar.

Vamos para a composição acionária da empresa.

COMPOSIÇÃO ACIONÁRIA

Primeiramente, é importante dizer que a Disney faz parte do Dow Jones Industrial Average desde 6 de maio de 1991.

Mas veja que, quando falamos em Disney, estamos falando de uma empresa que não tem um controlador com mais de 50% de suas ações.

Receita:

Em canais de Midia:
– Tarifas cobradas pelo serviço a cabo, etc;;
– Venda de propagandas;
– A venda de direitos para canais de televisão e distribuidores.

Produtos de Consumo & Mídia Interativa
– Licenciando personagens e conteúdo;
– Venda de mercadorias em lojas próprias de varejo, na internet, e para atacadistas;
– Venda de jogos;
Venda de livros infantis de publicação própria, revistas e quadrinhos a atacadistas;
– Venda de propaganda em vídeos de conteúdo online;

Parques e Resorts:
– Vendas de admissões aos parques temáticos;
– Vendas alimentícias e de miscelâneas;
– Diárias em hotéis, vendas de pacotes de viagem para o cruzeiro e outros;
– Patrocínios e Co-Branding;
– Venda e aluguel de propriedades.

Estúdios de Entretenimento:
– Distribuição de filmes em cinemas;
– Entretenimento residencial televisivo e mercado de subscription vídeo on demand;
– Venda de ingressos para peças e distribuição musical;
– Licenciamento da propriedade intelectual para o uso em produções de entretenimento ao vivo;

BIG NUMBERS

Valor de Mercado: 173.316B
P/L últimos 12 meses: 14.71
EPS (Earning Per Share últimos 12 meses): 7.92
Dividend Yield (para dividendos) últimos 12 meses (BDR): 0.91
ROE: 25.73%

#estudosdoprimo #primorico #ações

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E aí primos, preparados para começar o intensivão em ações? 😀

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Não podemos estar em um momento melhor para falar de ações. A bolsa e a e economia brasileira estão com perspectivas boas sobre o futuro, e, assim como eu disse no vídeo sobre debêntures, os indicadores econômicos no Brasil estão ficando cada vez melhores para as empresas. Se é verdade que isso faz com que o mercado de debêntures fique muito bacana, isso também é verdade para o mercado de ações.

Mas sim, eu sei. Quando a taxa Selic no Brasil estava mais alta, não parecia haver tanta necessidade em ir para o mercado de ações. Ia quem queria tentar ganhar mais ou quem tinha curiosidade em conhecer. Hoje, isso está mudando um pouquinho, e até mesmo quem tem pouco dinheiro pensa e se vê na obrigação de entrar na bolsa de valores.

Nada mais justo então que eu reservar um vídeo para te ajudar a entender como começar a investir em ações com pouco dinheiro, não é mesmo? hehe.

Quem entra na bolsa de valores sem conhecimento nenhum, na grande maioria das vezes termina o dia sem um puto no bolso. Foi o que eu fiz, e foi exatamente o que aconteceu comigo.

Mas se não é para começar entrando com tudo, e nem arriscar direto, qual é a forma correta de iniciar o investimento em ações? Te dou alguns passos:

Fundo de Emergência
Sim primos, fundo de emergência.
A grande realidade é que, ao contrário do que muitos fazem parecer, a bolsa de valores não é um paraíso.

O grande primeiro passo para entender o que é investir na bolsa de valores é justamente entender que não se coloca um dinheiro do qual você não está disposto a perder ou simplesmente não pode perder.

Se você ganha 1000 reais por mês, sobra 100 reais, e você não tem nada guardado pra lidar com imprevistos, você não pode investir na bolsa de valores. Esse não é o lugar adequado ao seu dinheiro. Se você fizer isso, o que provavelmente vai acontecer é que você vai precisar do dinheiro, vai ser obrigado a resgatar, e no final você vai liquidar a sua ação num prejuízo.

Por isso, se você está na linha de partida, o básico que você precisa fazer é primeiro um investimento na renda fixa, em um investimento com liquidez, para você começar a constituir o seu fundo de emergência.

Lembro que, nesse caso, o recomendado é que se tenha o valor dos seus gastos mensais multiplicados por 12, e multiplicados por 6 caso você seja CLT ou funcionário público, beleza?

Fundo de ações

Beleza. Aí você ouviu o seu primo aqui e já constituiu o seu fundo de emergência. É chegado o momento de entrar de cabeça em ações?

Não exatamente. Há ainda uma opção para quem quer mexer em ações: os fundos em ações.

Indices
Aí você fala “beleza primo, já passei dessa parte, e agora? Já estou pronto pra entrar na bolsa?”

Eu diria que sim, jovem padawan. Mas temos que ir com calma.

O que eu diria para você que está nessa parte intermediária, e até mesmo para quem ainda não entende tão bem mas quer arriscar na bolsa, é que olhe bastante pros fundos de índices.

O BOVA11, em especial, é bacana, pois ele tem liquidez e te ajuda, assim como outros fundos de índices, a diversificar o seu investimento, já que a sua composição se dá por mais de 10 ações diferentes de empresas da bovespa.

Investindo propriamente em ações
Bom, a partir disso, claro, agora você pode pensar na bolsa de valores como um todo, e investir em qualquer empresa que você quiser.

Mas, em minha opinião pessoal, creio que uma pessoa que segue verdadeiramente uma boa carteira de ações quando ela baseia sua carteira pensando em ser sócio das empresas.

Eu não acho que trading pode enriquecer, e para mim conceitos como value investing são bem mais interessantes do que fazer trading com ações.

Isso não significa, claro, que você não possa seguir o trading. Mas eu acho que vale mais a pena, em primeiro momento, comprar ações de boas empresas, que têm possibilidade de crescerem, e você depois de uma carteira já bem formada nesse sentido, se abrir a algumas possibilidades de tentar fazer trade. Mas tentar viver de trade, pra mim, é perda de tempo – e dinheiro.

E, claro, eu não irei descartar o trading aqui. Farei, posteriormente, justamente alguns vídeos sobre técnicas na análise gráfica que são muito utilizadas para fazer trades. Só digo que, para quem está iniciando, o foco não deve ser o trading, e sim o investimento em empresas prósperas, firmeza? Mas quem vai decidir qual o melhor, no final das contas, é você.