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– Segundo estudo do professor da Fundação Getulio Vargas, André Miceli, o home office deve crescer 30% após o período de estabilização dos casos e da retomada das atividades.

BENEFÍCIOS DO HOME OFFICE

– Menos tempo perdido em deslocamentos de funcionários;

– Maior produtividade (estudo da Harvard Business Review em 2019 já constava um aumento de 4,4% de produtividade dos funcionários);

– Se estimulado, funcionários que moram perto e tem atividades similares conseguem aprender uns com os outros e criar uma relação + pessoal

Mas, pra isso funcionar, precisamos respeitar algumas coisas:

1) No home-office, há necessidade de ter as ferramentas de trabalho de forma acessível (pc, notebook, etc.), e elas precisam ser boas.

2) Consciência, porque o home-office exige muito bom senso e separação entre profissional e familiar (principalmente quando a pessoa tem família em casa). Por isso, é muito importante incentivar uma cultura de meritocracia na empresa, e não de cumprimento de horas;

3) Autogestão, pois a precisa estar focada no seu trabalho e não se perder com as distrações;

4) Comunicação, já que a comunicação presencial geralmente é mais fácil com o time. Por isso, ter uma comunicação virtual eficiente também é necessária pra manter a produtividade

5) Segurança da Informação, já que à distância o controle da empresa sob o funcionário é menor, e existem coisas confidenciais que não podem gerar ruído pra empresa (e-mails, conversas, processos…)

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O vídeo de hoje é um video diferente.

Isso não só por causa do tema diferente de investimentos e bolsa de valores ( 4 passos pra você desenvolver seu networking), mas também pela gravação: eu gravei num evento!

Mas, pode acreditar: o vídeo ficou animal!

Os 4 passos do networking

1) Agregue valor antes de esperar algo em retorno

Muitas pessoas tem o interesse em criar o networking com alguém importante (ou que seja um bom profissional), mas faz isso por puro interesse, sem mostrar algo que a outra pessoa veja valor.

Networking não é uma via de mão única. Se você quer criar um network bom, você precisa, antes disso, ter algo de valor a oferecer

2) Autoridade

A autoridade é importante porque ela muda o jogo. Sem a autoridade e o poder de influência, você não consegue fazer grandes movimentos.

Olhe o meu caso. Pelo meu poder de influência, consegui fazer com que o Abilio Diniz topasse participar dos meus desafios. Essa autoridade me deu uma forma de não só chamar a atenção, mas também de ser referência.

3) Relacionamento

Não é só pensar na reciprocidade, precisamos saber da reciprocidade certa.

Muitas vezes, não é só o dinheiro que dita as regras do jogo. Muitas pessoas, principalmente as mais ricas, já não se interessam tanto por ele. Você saber o que exatamente elas querem, se é influência, se é impacto, se é bater metas diferentes, ou qualquer outra coisa, é muito importante.

4) Storytelling

Mais do que saber contar uma história, saber contar uma história vendedora faz a diferença.

Você tem que começar pelo “por quê?”. As pessoas sempre começam pelo “o quê?”, depois o “como?” e só no final o “por quê?”

Isso está errado.

Começar pelo “por quê?” faz a total diferença pra conseguir vender a sua história e a sua mensagem. Quando as pessoas compram o seu propósito, vocês juntos conseguem fazer coisas grandiosas.

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1) Os segredos da mente milionária

Parte 1, capítulo 17: “o seu modelo de dinheiro”
o grande insight é que algo vem antes da ação. Não basta estar somente na hora certa e no lugar certo. Precisamos ser a pessoa certa também.

A grande influência na sua vida: Quando você vê que está acima do peso, você conclui que precisa ir na academia. Quando você sente que precisa estudar mais, você conclui que precisa ler mais. Nossas conclusões começam sempre na ação, mas existem 2 passos antes dela.

2) A Lei do Triunfo
A primeira lição do livro do Napoleon Hill, e que é uma das mais importantes se você algum dia quer ser rico, é a ideia da mente mestra.

As notícias trazem a conquista dos dois como algo individual. É o Elon Musk que quer carros elétricos baratos, e é o jeff bezos que conseguiu 150 bilhões de dólares em patrimônio.

Mas sabe qual é a verdade? Por trás desses caras, dessas conquistas “individuais”, há uma mente mestra. Uma mente mestra composta por várias pessoas que, quando juntas, pensam e fazem coisas que uma pessoa só não é capaz de fazer. Os dois tem uma equipe por trás, mas as notícias te fazem acreditar que o sucesso é algo individual.

3) 16 leis do sucesso

A lição 9 é uma das lições que eu sempre irei levar em tudo o que eu faço: o Extra Mile.

4) Pai Rico, Pai Pobre
Logo no primeiro capítulo do livro, o Robert Kiyosaki nos dá uma visão entre 2 pais muito diferentes um do outro: um era phD, tinha concluído um curso de graduação de 4 anos em 2 e foi para 3 universidades bem conceituadas diferentes. Já o outro não havia concluído nem o segundo grau.

Se você nunca leu o livro, tente adivinhar agora: quem você acha que se tornou o homem mais rico do havaí? Aquele que tinha um phD ou aquele que tinha parado no segundo grau? Se você foi uma pessoa sensata, você provavelmente apontou com facilidade que foi o pai do phD, certo? Mas você está errado, porque foi o segundo pai.

E um dos grandes insights do livro é justamente esse: mostrar que não é o currículo que te faz chegar lá. Não é só porque o seu currículo parece uma bíblia que você vai ser um cara rico, não.

5) Tools of Titans

Cal fussman diz no livro “seja diferente, e não apenas melhor”.

Algo que levo no primo é que, mais do que fazer um vídeo melhor, também faço videos sempre com algo diferente. Sempre tem uma dica nova que nunca foi falada em um vídeo anterior.

6) Geração de Valor

Devemos que mudar o pensamento primeiro? Sim. Mas não se engane que a ação não é importante. E o principal insight do livro do Flávio Augusto pra mim foi exatamente esse: a ação. Foi o Geração de Valor que me motivou a começar o meu canal no primo, e a mudar completamente o meu escritório de assessoria quando eu ainda o tinha.

7) Fator de Enriquecimento

5 condutas da riqueza.

8) Investidor Inteligente
O primeiro capítulo desse livro foi um capítulo que me fez chegar mais perto do conceito de investidor e de estratégia que eu tenho hoje. Ele trata dá diferença investidor x especulador.

) Come into my trading room
Come into my trading room é um livro que, apesar de no seu título mostrar claramente que é um livro para traders, ele também tem ensinamentos diversos. Eu o li quando estava no começo da carreira.

10) Narrative and numbers

Livro relaciona uma boa narrativa também com o valuation.
Costumamos a achar que valuation é apenas números, quando na realidade, não. Valuation, para o Damodaran, é uma ponte entre uma história bem contada e os números da empresa.

11) Antifragil
O conceito da antifragilidade em si.

12) the little book that beats the market

Insight: que nem sempre a melhor opção de investimento é a empresa que paga mais dividendos.

13) Do mil ao milhão

Livro que trata de 3 pilares: gastar bem, investir melhor e ganhar mais. O compilado de todos os livros aqui ditos.

#livrosdefinanças #primorico #livros

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Portal do Empreendedor – http://www.portaldoempreendedor.gov.br/

Geralmente a gente ouve que abrir uma empresa no Brasil é muito demorado, que a burocracia é enorme, que a papelada é grande… enfim, a gente ouve bastante coisa. Mas esse tipo de cenário não é o caso do cenário do MEI.

Formalizar a abertura de um cadastro como MEI não é nada tão difícil assim, pelo contrário: já podemos concluir todo o processo de abertura tudo num mesmo dia.

Agora, para ensinar vocês a formalizar o seu MEI em menos de 24 horas, nós precisamos, primeiro, dar um introdutório ao cadastro.

Por isso, eu vou separar esses vídeos em alguns passos:

1. Porquê esse cadastro pode ser benéfico pra você;
2. O que você precisa ter em mãos antes de começar a formalização
3. Como formalizar de fato;
4. O que fazer após formalizar.

São 4 passos bem simples, mas que com certeza vão deixar todo o processo bem mais claro pra você, beleza?

Então, vamos logo com o passo número 1:
MEI como benefício

Existem aí uma série de vantagens em se tornar MEI. Mas as 3 principais são:

1. Você não tem custo ao abrir o seu cadastro como MEI. O registro na junta comercial, o alvará de funcionamento… até mesmo a passagem ou o uber pra ir até algum lugar se registrar você não vai ter que pagar, já que o processo pra se formalizar pode ser feito de forma gratuita na internet!

Mas não confunda isso com a total isenção de custos. A formalização está isenta de qualquer tarifa, mas após a formalização é necessário o pagamento mensal dos tributos de R$ 47,70 (INSS), acrescido de R$ 5,00 (para Prestadores de Serviço) ou R$ 1,00 (para Comércio e Indústria) por meio do DAS (carnê) emitido através do Portal do Empreendedor ou através do Carnê da Cidadania recebido em casa por meio dos correios.

2. Existe uma isenção de Imposto de Renda para os MEIs que faturarem menos de 81 mil reais em 2018. Vale citar que, até ano passado, essa isenção valia até 61 mil reais, ou seja, ficou ainda melhor esse ano.

3. É a forma mais econômica de ser empreendedor e tentar fugir do desemprego!

Pra você ter uma ideia de como está realmente sendo relevante o MEI na economia brasileira, em março do ano passado nós tivemos que a cada 4 CNPJs registrados no Brasil, 3 eram CNPJs de Microempreendedores Individuais.

Bom, talvez eu já tenha te convencido que realmente abrir um MEI é uma opção muito bacana… Mas, agora é que vem a pergunta: “e o que eu preciso pra abrir um MEI?”

Eis que entra o nosso segundo passo:
O que você precisa ter em mãos antes de começar a formalização

Você não precisa lá de muita coisa, primo. Mas precisa de algumas coisas muito importantes.

Agora, o capital social você pode considerar como o valor – que pode ser dado em bens ou dinheiro – usado pra iniciar sua empresa. Então, se você gastou 20 mil reais para montar o seu negócio, você pode usar esse valor como valor pro capital social. Só lembre que existe o limite de 81 mil, hein?

Feito isso, agora é hora de falar das suas ocupações. Você pode registrar uma primária e até 15 secundárias! Mais embaixo, você deverá especificar se o trabalho será realizado pela internet, ou se terá um estabelecimento fixo, se é porta a porta, enfim… tem as opções lá.

O passo seguinte é pra passar as informações do seu endereço e do endereço usado para as suas atividades. E cuidado que ao você registrar o mesmo endereço de residencial e comercial, isso pode alterar o seu IPTU!

Agora, restou poucos passos: você só vai precisar ler as declarações com atenção, se certificar que você realmente está de acordo com elas, confirmar as suas informações após aceitar as declarações, confirmar a baixa do cadastro, quando eles enviarem um código pro celular que você cadastrou na hora de formalizar… e pronto! Você terminou o cadastro e provavelmente não demorou nem 1 hora.

Ao fim do cadastro, você receberá o Certificado da Condição de Microempreendedor Individual, que funcionará pra você ver o seu CNPJ e as suas inscrições na Junta Comercial e no INSS, sendo ainda liberado o Alvará de Funcionamento Provisório.

O definitivo deverá ser feito em até 180 dias úteis após a formalização, e é responsabilidade da sua prefeitura, beleza?

O que fazer após formalizar

Após a formalização, e já com tudo pronto pra empreender, é só botar a mão na massa!

Não esqueça apenas de duas coisas: que existe o DAS pra pagar todo mês, que muito MEI esquece, e que também esse é o seu primeiro passo. Aproveite dos benefícios que o MEI pode te dar, MAS NÃO FIQUE PRESO A ELE.

Muita gente acaba ficando num impasse quando vê o seu faturamento crescer, e acaba recuando porque não quer perder a isenção fiscal de MEI e etc. Mas sinceramente, primo? O intuito do empreendedorismo é gerar cada vez mais valor e crescer cada vez mais.

Então, pô, é do seu total interesse sair da condição de MEI o quanto antes.

– – – – – MEI DEUS! Não pode errar assim não! 😆

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Bom, primo. Se você já pensou em se tornar um empreendedor e foi um pouco mais a fundo sobre como, de fato, abrir um CNPJ e tudo mais, você provavelmente já deve ter se deparado com a possibilidade de se tornar um Microempreendedor individual, o chamado MEI.

E veja: para quem está começando, ser um MEI é algo interessante pro empreendedor. Ao se tornar MEI, nós conseguimos vários facilitadores, inclusive àquela famosa isenção de IR para quem tem uma receita bruta anual menor do que R$60 mil reais, que chegará a ser 81 mil em 2018.

Não ter controle das finanças

O primeiro erro, e que desencadeia todo resto, é, sem dúvidas, desconhecer os números básicos tanto do seu orçamento familiar como o do seu negócio.

Se você desconhece o tamanho dos seus custos, o tamanho do seu faturamento, e também o quanto de lucro real você tem, fica difícil de tomar qualquer decisão. Fica difícil ver se é possível economizar, se o faturamento precisa aumentar, enfim, você trava totalmente nas suas decisões e começa a tatear no escuro.

E ainda pior: o fato de você desconhecer esses dados fazem com que você cometa erros ainda piores.

Os próximos erros, que eu estarei listando no vídeo, tem uma intimidade direta com esse fator. E vocês entenderam o porquê.

No fim, a realidade é: se você quer evitar que você cometa erros com as finanças, seja as suas como pessoa, seja as suas como MEI, entenda exatamente como está funcionando pra onde está indo o seu dinheiro, como ele está chegando, e se REALMENTE tá chegando. Conforme você cresce, esse assunto começa a ficar bem mais difícil e delicado, e, por isso, você tem que prestar atenção desde já.

Cobrança tributária ao mudar de categoria

Como eu disse para você no começo do vídeo, existe um benefício muito famoso que nos acontece ao nos tornarmos MEI: temos uma isenção tributária de imposto de renda que vai até o limite de receita bruta anual de R$60 mil reais.

Isso quer dizer, em outras palavras, que se você se tornar MEI e, em 1 ano, não atingir uma receita bruta maior que R$60 mil, você não precisa pagar nenhum imposto de renda, apesar da declaração ainda ser obrigatória.

O problema é o que acontece quando superamos essa receita bruta.

Declaração do Imposto de Renda

O segundo erro é um erro MUITO comum, que acontece justamente na declaração do Imposto de Renda.

Isso porque muita gente acaba não se atentando ao fato de que, quando viramos MEI, passamos a ter que fazer 2 declarações, e não somente uma. Ou seja, além de termos que fazer uma declaração como Pessoa Jurídica, também temos que fazer uma de Pessoa Física.

E aí o bicho pega. Tem MEI que acaba fazendo a declaração pelo DASN, Declaração Anual Simplificada do MEI e esquece do IRPF normal. Ou até pior: a pessoa sabe que precisa fazer, mas não tem a mínima noção do que declarar em cada uma delas, já que, muitas vezes, o que ganhamos como empreendedor acaba se misturando com o nosso patrimônio de Pessoa Física.

Não encarar o erro como aprendizado

Bicho, eu bato bastante nessa tecla. Muita gente que tá começando a empreender agora tem tanto medo, mas tanto medo de acabar fracassando, que se ela erra, ela cria um trauma dentro dela mesma e começa a ter problemas na hora de decidir o rumo dela no empreendedorismo.

E cara, se você é MEI, você tá só no começo da estrada. Você vai se deparar com muitos erros ainda na sua vida, e é super normal. Não existe 1 empreendedor que não erre.

O lance é você ver o seu erro, assumir que errou, analisar o cenário, ver o que você poderia ter feito, e ir aprendendo com isso. Não entender o funcionamento do DAS

Vamos imaginar a seguinte situação:
Ai você está decidido a se tornar MEI. Beleza, você se empolga, vê que não é tão difícil abrir um CNPJ como MEI, vai lá, faz todo o processo e abre.

Mas aí você percebe que precisa estruturar muita coisa ainda antes de criar o seu negócio. Mesmo assim, você deixa o CNPJ aberto e vai resolver outras pendências na sua vida, pra só depois começar, de fato, a trabalhar como MEI.

Esse tipo de coisa é comum. E não necessariamente é uma coisa ruim, ou um erro. O problema é que ao abrirmos o CNPJ como MEI, já nos é obrigatório pagar o chamada DAS – o Documento de Arrecadação do Simples Nacional.

O DAS basicamente é uma obrigação mensal do MEI que ele deve pagar. Esse valor é de:

• R$ 47,85 – indústria ou comércio;
• R$ 51,85 – prestação de serviços; e
• R$ 52,85 – comércio, indústria e prestação de serviços.

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Eu fico me questionando as vezes, primos: será que existe um brasileiro nesse mundo que não admira o Flávio Augusto?

Vou te dizer, odiar o cara não é tarefa fácil. Pior ainda quando você tem uma oportunidade, como a que eu tive, de passar 2 dias com ele.

Durante esses dias, eu aprendi muitas coisas, e criei mais admiração por ele do que tinha antes! E, algumas dessas coisas, eu queria compartilhar com vocês.

Justamente por isso, nesse vídeo eu estarei falando de 5 LIÇÕES que o Flávio Augusto me ensinou, e que eu continuo tendo elas na minha vida até hoje.

Começando com a primeira, e essencial:

Precisamos sair da zona de conforto.

Para explicar essa lição, eu vou recorrer a um exemplo próprio:

Há 4 anos atrás, eu estava em uma praia, me sentindo estagnado, sem uma perspectiva clara na minha vida. Eu tinha certeza que eu podia ser mais e realizar muito mais, mas alguma coisa – ou a falta de algo – me fazia continuar naquela mesma coisa de sempre, como se eu estivesse preso a uma bigorna.

Eu me sentia encarando a mesmice. A falta de evolução. Estava mantido na roda dos ratos, acreditando que o ambiente é uma parede, que a culpa da minha não evolução eram os outros que estavam a minha volta, que estavam me sabotando. Mas, esse meu pensamento não traduzia a grande verdade: a estagnação não é um própria que vem das coisas externas, e sim um obstáculo psicológico, criado por sabe-se lá quem, mas cultivado dentro de nós.

Mas ao ler o primeiro livro do Geração de Valor, do Flávio, minha vida mudou.

E não foi porque eu havia me deparado com um conteúdo muito técnico – a época, eu já tinha muitos conhecimentos técnicos, principalmente em investimentos. O que me faltava, e que foi a luz que o Flávio me deu, foi justamente a faísca psicológica. Foi justamente o fato dele ter me feito abrir os olhos para ver que, quem estava me sabotando, na realidade, era eu mesmo. Que eu não estava evoluindo porque a MINHA MENTE não estava preparada para isso.

Foi a partir disso, que eu comecei a construção do que eu sou hoje. Sai da minha zona de conforto, parei de culpar os outros pelos meus insucessos, e atingi a minha independência financeira. E como essa pequena faísca se transformou em algo muito maior, acredito que a transformação em todas as pessoas está aí, disponível e esperando para ser acendida por alguém, por alguma coisa ou por alguma situação. E é essa faísca que faz com que nós consigamos o gás pra sair da zona de conforto e seguir em frente.

Essa, com certeza, foi uma grande lição do Flávio Augusto para mim, e que eu guardo até hoje.

Não existe estabilidade

Em um dos trechos do Código da Riqueza, um dos grandes momentos da entrevista com o Flávio Augusto é de quando ele fala sobre estabilidade.

E ele tem uma experiência própria de falar isso. Ele tentou repetidas vezes ser funcionário público, apenas porque, para ele, ser funcionário público era sinônimo de estabilidade financeira.

Repetiu várias vezes, conseguiu, mas, como vocês veem hoje, ele não ficou muito tempo no barco.

E a realidade é que ele foi seguir a sua paixão no empreendedorismo, e ele tá mais do que certo. Primeiro, porque ficar fazendo um trabalho que você NÃO gosta só porque ele te dá a promessa de te dar segurança é errado.

Segundo que, se ele te promete total segurança, tem alguma coisa errada aí. Pode ver o caso do Rio de Janeiro: um dos maiores estados do país, mas que, por conta das terríveis dificuldades financeiras, deixou de pagar o salário de muitos funcionários públicos, dos quais vários acreditavam que, por ser funcionários públicos, tinham segurança.

E fora que, assim como o próprio Flávio conclui na entrevista, no fim de tudo nós acabamos morrendo, então, essa ideia de que é possível ter 100% de segurança é sempre algo muito complicado.

Uma coisa apenas se mantém verdade: Se é possível ter alguma segurança na sua vida, que seja VOCÊ que garanta ela, e não um terceiro. A partir do momento que VOCÊ faz o possível para garantir as suas necessidades, pode ter certeza que você estará em uma situação bem melhor.

Empreender também é aproveitar oportunidades

Essa lição ficou muito clara para quem assistiu o Código da Riqueza.

Em uma das falas do Flávio Augusto, ele disse que foi JUSTAMENTE quando o Brasil estava passando pela nossa crise atual, que ele aproveitou o momento para recomprar a Wise Up, empresa que ele tinha vendido para o grupo Abril.

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– – – – – Será mesmo que o berço de ouro define o sucesso de alguém? Me parece que não. 🙂

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Se você já conversou com alguém sobre riqueza e pessoas ricas, provavelmente já deve ter ouvido e até mesmo falado frases como “Ah, ele nasceu em berço de ouro, é claro que é rico” e vááárias frases do gênero. Mas, primos, será mesmo que isso define o sucesso de uma pessoa?

Para responder essa questão, eu fui buscar alguns dados na história, começando pela primeira vez em que a Forbes listou as 10 pessoas mais milionárias do mundo, em 1967.
Desta lista, irei comentar sobre 3 dos milionários listados que passaram suas fortunas por herança, e o que aconteceram com elas!

Começo, então, pelo segundo mais rico da época: Taikichiro Mori. Taikichiro, era empresário e fundador da construtora Mori Building Company, do qual o rendeu uma fortuna estimada em aproximadamente 15 bilhões de dólares, o que o garantiu a posição número 1 posteriormente nas edições da Forbes de 1991 e 1992 como o mais rico do mundo.

Taikichiro morreu em 1993 e deixou sua empresa e fortuna para seus 2 filhos: Minoru Mora e Akira Mori.

E o que aconteceu com a família Mori nos dias de hoje?

Minoru morreu em 2012 com uma fortuna estimada em 1.6 bilhões. Seu irmão, Akira, ainda está vivo com uma fortuna avaliada em 4.8 bilhões de dólares. Se fizermos a soma dessas duas fortunas e descontar a inflação do período de 1987 até hoje, considerando que 1991 foi o ano em que Taikichiro estava com sua fortuna em 15 bilhões, chegamos que a fortuna da família Akira, em valores de 1987, estaria em aproximadamente 2,9 bilhões, o que significa uma perca de aproximadamente 80% do patrimônio que o pai deles tinha.

Já o segundo caso é sobre o quinto lugar da lista, Salim Ahmed, criador do maior banco da Arábia Saudita. Salim, em 1987, detinha o valor estimado em sua fortuna de 6,2 bilhões de dólares. Já seu herdeiro veio a falecer já em 2009, com um valor em sua fortuna de 3,2 bilhões de dólares. Se fizermos o mesmo processo que feito antes e descontar a inflação no período de 1987 até 2009, concluímos que, em valores de 1987, a fortuna do herdeiro de Salim equivalia a 1,69 bilhões de dólares, ou seja, uma perca de 72,75% do valor que o Salim tinha em 1987.

O último caso é de outro japonês, Yohachiro Iwasaki, onde trabalhou principalmente na produção de bebidas alcoólicas e posteriormente no ramo de extração de madeira. Seu patrimônio chegou a ser avaliado em 5,6 bilhões de dólares pela Forbes. Já seu herdeiro, Fukuzo Iwasaki, morreu em 2012 com um valor estimado em 5,7 bilhões de dólares. Se descontarmos a inflação no período, teríamos algo em torno de 2,82 bilhões de dólares, o que representaria cerca de 49,5% de perca do patrimônio de Yohachiro.

Mas, afinal de contas, o que podemos concluir com estes casos?

A conclusão fica mais evidente quando olhamos para a lista da Forbes atualmente. Todos estes faziam parte das 10 pessoas mais ricas do mundo em 1987. Nenhuma destas 10, e nem seus herdeiros, estão mais entre os top 10 mais ricos do mundo, nem mesmo entre os 20 mais ricos do mundo.

Tudo isso revela um fato interessante: O fato de que é MUITO, mas MUITO difícil se manter no topo por muito tempo. Claro, todos os casos que eu citei ainda se mantiveram ricos, mas perderam muito do seu patrimônio se vermos as porcentagens.