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7 DICAS INFALÍVEIS PARA ECONOMIZAR DINHEIRO EM 2024

Ano novo chegando. Vida nova começando e junto dela vem o que? Aquelas promessas que todo ano você faz e não cumpre nada! 

Mas dessa vez vai ser diferente. Dessa vez a sua meta é economizar dinheiro em 2024 e eu vou te ajudar. 

Então hoje eu vou te trazer 7 dicas infalíveis para economizar dinheiro em 2024. 

Você vai enriquecer com essas dicas? Não. Mas elas já fizeram muitos primos economizarem dinheiro. 

1. Fragmente até os centavos 
– A maioria das pessoas não consegue economizar por 1 motivo: janelas temporais erradas 
– Janelas temporais erradas significa que elas botam uma meta em valores, mas não em tempo 
– Exemplo: economizar R$ 15.000… mas em quanto tempo?  
– Resultado: começam animadas, cortam gastos em excesso e desmotivam rápido 
– O que fazer: fragmentar até os centavos 
– 1 ano = R$ 15.000 
– 6 meses = R$ 7.500 
– 1 mês = 1.250 
– 15 dias = R$ 625 
– 1 dia = R$ 41.66 
– 1 hora = R$ 1.73 
– É claro que você não precisar fragmentar literalmente até os centavos 
– O ponto aqui é: quanto mais você decompor, mais possível se torna a meta 
– Se você fragmentar o seu objetivo e mesmo assim não chegar lá, você tem 2 opções 
 
1. Encontrar outras formas de economizar dinheiro (você vai aprender nesse vídeo) 
2. Ganhar mais (outros vídeos no canal te ensinam) 
 
2. Dopamine o processo 
– A verdade é que você já sabe o que fazer para economizar dinheiro: gastar menos do que recebe 
– Problema: nosso cérebro não gosta de fazer isso (na verdade, ele odeia) 
– Mas, existe uma forma de burlar o seu cérebro: com videogames 
– Já jogou Pokemon no Game Boy ou no DS? 
– O jogo começa e o que você faz: escolhe entre Bulbassauro, Charmander e Squirtle. 
– Depois de escolher você entra no matinho e começa a lutar com outros Pokémons 
– Seu objetivo: vencer os outros pra ganhar XP 
– Quanto + XP, + evoluído seu Pokemon e +forte ele fica 
– Economizar dinheiro é a mesma coisa. Mas ao invés de lutar contra Pokémons e ganhar XP, você trabalha e economiza dinheiro 
– Qual a diferença: trabalhar/economizar geralmente é chato. Lutar com Pokémon é bem + divertido 
– O que você precisa fazer então: “dopaminar” o processo de guardar dinheiro 
– Exemplo: de tempos em tempos ao juntar uma quantidade de XP o seu Pokemon evolui.  
– Com o dinheiro é a mesma coisa: economize uma quantidade “X” e gere uma “recompensa”. Pode ser uma viagem/presente. 
 
3. Pague-se primeiro 
 
As pessoas te ensinaram a fórmula errada ao longo da vida  
– FÓRMULA QUE TE ENSINARAM: O QUE VOCÊ GANHA (-) O QUE VOCÊ GASTA = SOBRA 
– FÓRMULA QUE VOU TE ENSINAR: O QUE VOCÊ GANHA (-) O QUE VOCÊ INVESTE = O QUE VOCÊ GASTA  
– Na primeira: você paga seus gastos primeiro 
– Na segunda: você se paga primeiro 
Por que você precisa se pagar primeiro: porque o ser humano não foi feito pra sobrar 
– Estudo da Universidade Cornell, nos EUA, que diz: “pessoas de diferentes países ingerem uma média de 92% de tudo o que colocam no prato.”  
– Se você for em um restaurante, montar um prato, mas ficar satisfeito antes de terminar, o que você faz? Terminar com aquela última colherada.  
– Com o dinheiro é a mesma coisa. 
– Se você economizar só o que sobra depois de gastar, você nunca vai guardar nada 
– Se pague primeiro: não priorize suas despesas, priorize o seu bolso 

Quer saber quais as outras dicas que vão te fazer economizar dinheiro em 2024? Então assiste o vídeo até o final 😉

#THIAGONIGRO #OPRIMORICO #PRIMORICO

7 DICAS INFALÍVEIS PARA ECONOMIZAR DINHEIRO EM 2024

Passo 1: Entender que vamos ter que fazer sacrifícios
O lance é que cara, se você tem uma dívida de 500 reais no seu cartao de credito, você não tá em condição de pagar 200 reais em um sapato no shopping. E mais do que isso: se você está devendo, uma parte do seu tempo tem que ser destinada a ir construindo as suas soluções pra juntar dinheiro, e fazer o investimento para solucionar a sua divida. Dicas como abdicar da música no ônibus pra, pelo menos um pouco, ouvir um audiobook que vai agregar valor a você e no seu trabalho.

Passo 2: Levantar suas dívidas

E é fato, primos: antes de ter sucesso, nós precisamos entender o quão grande e o quão alavancada pode ficar a nossa dívida. Isso é muito importante para bolar o nosso plano de ação.

Até porque, veja só: existe uma diferença enorme em saber o quanto estamos devendo, e compreender o impacto que isso pode gerar no longo prazo. Por termos uma informação do montante devido e também do quanto ele vai crescer com o tempo, podemos tomar uma decisão mais assertiva. Negligenciar o tamanho da nossa dívida e o quanto ela cresce é ter a certeza de que o problema vai demorar para ser resolvido.

Passo 3: Ter uma planilha de orçamento
A planilha de orçamento é muito importante. Isso porque, olha só, acabamos de falar que temos que conhecer a nossa dívida. Um desses conhecimentos necessários é justamente entender qual é a ORIGEM da nossa dívida.

A planilha de orçamento será capaz de fazer com que o seu problema fique tácito, ou seja, que você consiga visualizar onde realmente está o seu problema, e não ficar somente imaginando. Não só pelo fato de você conseguir detalhar os seus gastos mensais, mas além: a planilha de orçamento também clareia para você se o seu problema está sendo o fato de gastar demais em coisas desnecessárias, ou se você precisa gastar de forma mais eficiente e ganhar mais dinheiro.

Passo 4: Trocar os juros da sua dívida por um menor

Exemplificando, imagine que você esteja devendo 500 reais no crédito rotativo, conhecido por cheque especial. No mês de maio nós tínhamos uma taxa no crédito rotativo de 12,52% ao mês. Isso significa que, em um ano, a nossa dívida de 500 reais pularia para R$2.059,33 e, em 5 a nossa dívida alcançaria R$592.588,77.

Agora, vamos supor outro cenário: imagine que, assim que você passou a dever 500 reais no crédito rotativo você, ao invés de deixar a dívida rolando, pegou um consignado com um banco pela taxa de 2,53% ao mês. A sua dívida de 500 reais, em 1 ano, se tornaria uma dívida de R$674,81, e, em 5 anos, se tornaria uma dívida de R$2.238,86.

Passo 5: Renegociação de dívida
Agora, pode ser que tenhamos um problema extremo aqui: Você já fez o primeiro e o segundo passo, mas ainda não consegue ganhar dinheiro suficiente pra abater a dívida porque o tempo potencializa o saldo devedor, e não consegue também juros menores porque seu nome está sujo. O tipo de situação em que parece que você vai afundar no limbo. O que fazer?

Vira pro banco, ou pra quem você deve, e veja as alternativas pra pagar a dívida, seja de forma parcelada ou até mesmo com desconto se pagar à vista.

Até porque, veja: muitas instituições financeiras tentam facilitar esse processo para o devedor. O banco tem interesse em receber o valor da dívida e vai buscar alguma condição que seja favorável para ambas as partes.

Se coloca no lugar do banco: Você empresta dinheiro pra alguém .. você quer ganhar o máximo de dinheiro possível, claro, mas você também não quer tomar calote. Pro banco, é importante que o cliente consiga pagar. Entende? Então entre o cliente não conseguir pagar, e ele conseguir renegociar a dívida, é melhor a segunda opção, certo? Inclusive pro banco.

O problema é que muitas pessoas perdem o timing aqui. Procuram o recurso quando o banco não tem muito incentivo, e deixam de procurar quando o banco está querendo, de fato, fazer as negociações. Tenho certeza que isso já aconteceu com você, pois comigo acontece direto!

Agora, muito importante: lembra que, no passo 2 do vídeo, nós falamos sobre você entender como está a situação da sua dívida? É esse o momento pra você também usar esse tipo de informação ao seu favor. De nada adianta negociar algo com o banco se, depois da negociação, você ainda não vai conseguir pagar. Então, abra o jogo com o banco e procure guiar a negociação de forma com que essa negociação coincida com a sua realidade, beleza? Nem que seja necessário você fazer uma contraproposta ao banco.

Dica bônus: Renda Extra
Por meio da planilha de orçamento, o nosso problema é que os nossos gastos essenciais já superam a nossa renda mensal, e é por isso que as dividas aparecem

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Portal do Empreendedor – http://www.portaldoempreendedor.gov.br/

Geralmente a gente ouve que abrir uma empresa no Brasil é muito demorado, que a burocracia é enorme, que a papelada é grande… enfim, a gente ouve bastante coisa. Mas esse tipo de cenário não é o caso do cenário do MEI.

Formalizar a abertura de um cadastro como MEI não é nada tão difícil assim, pelo contrário: já podemos concluir todo o processo de abertura tudo num mesmo dia.

Agora, para ensinar vocês a formalizar o seu MEI em menos de 24 horas, nós precisamos, primeiro, dar um introdutório ao cadastro.

Por isso, eu vou separar esses vídeos em alguns passos:

1. Porquê esse cadastro pode ser benéfico pra você;
2. O que você precisa ter em mãos antes de começar a formalização
3. Como formalizar de fato;
4. O que fazer após formalizar.

São 4 passos bem simples, mas que com certeza vão deixar todo o processo bem mais claro pra você, beleza?

Então, vamos logo com o passo número 1:
MEI como benefício

Existem aí uma série de vantagens em se tornar MEI. Mas as 3 principais são:

1. Você não tem custo ao abrir o seu cadastro como MEI. O registro na junta comercial, o alvará de funcionamento… até mesmo a passagem ou o uber pra ir até algum lugar se registrar você não vai ter que pagar, já que o processo pra se formalizar pode ser feito de forma gratuita na internet!

Mas não confunda isso com a total isenção de custos. A formalização está isenta de qualquer tarifa, mas após a formalização é necessário o pagamento mensal dos tributos de R$ 47,70 (INSS), acrescido de R$ 5,00 (para Prestadores de Serviço) ou R$ 1,00 (para Comércio e Indústria) por meio do DAS (carnê) emitido através do Portal do Empreendedor ou através do Carnê da Cidadania recebido em casa por meio dos correios.

2. Existe uma isenção de Imposto de Renda para os MEIs que faturarem menos de 81 mil reais em 2018. Vale citar que, até ano passado, essa isenção valia até 61 mil reais, ou seja, ficou ainda melhor esse ano.

3. É a forma mais econômica de ser empreendedor e tentar fugir do desemprego!

Pra você ter uma ideia de como está realmente sendo relevante o MEI na economia brasileira, em março do ano passado nós tivemos que a cada 4 CNPJs registrados no Brasil, 3 eram CNPJs de Microempreendedores Individuais.

Bom, talvez eu já tenha te convencido que realmente abrir um MEI é uma opção muito bacana… Mas, agora é que vem a pergunta: “e o que eu preciso pra abrir um MEI?”

Eis que entra o nosso segundo passo:
O que você precisa ter em mãos antes de começar a formalização

Você não precisa lá de muita coisa, primo. Mas precisa de algumas coisas muito importantes.

Agora, o capital social você pode considerar como o valor – que pode ser dado em bens ou dinheiro – usado pra iniciar sua empresa. Então, se você gastou 20 mil reais para montar o seu negócio, você pode usar esse valor como valor pro capital social. Só lembre que existe o limite de 81 mil, hein?

Feito isso, agora é hora de falar das suas ocupações. Você pode registrar uma primária e até 15 secundárias! Mais embaixo, você deverá especificar se o trabalho será realizado pela internet, ou se terá um estabelecimento fixo, se é porta a porta, enfim… tem as opções lá.

O passo seguinte é pra passar as informações do seu endereço e do endereço usado para as suas atividades. E cuidado que ao você registrar o mesmo endereço de residencial e comercial, isso pode alterar o seu IPTU!

Agora, restou poucos passos: você só vai precisar ler as declarações com atenção, se certificar que você realmente está de acordo com elas, confirmar as suas informações após aceitar as declarações, confirmar a baixa do cadastro, quando eles enviarem um código pro celular que você cadastrou na hora de formalizar… e pronto! Você terminou o cadastro e provavelmente não demorou nem 1 hora.

Ao fim do cadastro, você receberá o Certificado da Condição de Microempreendedor Individual, que funcionará pra você ver o seu CNPJ e as suas inscrições na Junta Comercial e no INSS, sendo ainda liberado o Alvará de Funcionamento Provisório.

O definitivo deverá ser feito em até 180 dias úteis após a formalização, e é responsabilidade da sua prefeitura, beleza?

O que fazer após formalizar

Após a formalização, e já com tudo pronto pra empreender, é só botar a mão na massa!

Não esqueça apenas de duas coisas: que existe o DAS pra pagar todo mês, que muito MEI esquece, e que também esse é o seu primeiro passo. Aproveite dos benefícios que o MEI pode te dar, MAS NÃO FIQUE PRESO A ELE.

Muita gente acaba ficando num impasse quando vê o seu faturamento crescer, e acaba recuando porque não quer perder a isenção fiscal de MEI e etc. Mas sinceramente, primo? O intuito do empreendedorismo é gerar cada vez mais valor e crescer cada vez mais.

Então, pô, é do seu total interesse sair da condição de MEI o quanto antes.

– – – – – MEI DEUS! Não pode errar assim não! 😆

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Bom, primo. Se você já pensou em se tornar um empreendedor e foi um pouco mais a fundo sobre como, de fato, abrir um CNPJ e tudo mais, você provavelmente já deve ter se deparado com a possibilidade de se tornar um Microempreendedor individual, o chamado MEI.

E veja: para quem está começando, ser um MEI é algo interessante pro empreendedor. Ao se tornar MEI, nós conseguimos vários facilitadores, inclusive àquela famosa isenção de IR para quem tem uma receita bruta anual menor do que R$60 mil reais, que chegará a ser 81 mil em 2018.

Não ter controle das finanças

O primeiro erro, e que desencadeia todo resto, é, sem dúvidas, desconhecer os números básicos tanto do seu orçamento familiar como o do seu negócio.

Se você desconhece o tamanho dos seus custos, o tamanho do seu faturamento, e também o quanto de lucro real você tem, fica difícil de tomar qualquer decisão. Fica difícil ver se é possível economizar, se o faturamento precisa aumentar, enfim, você trava totalmente nas suas decisões e começa a tatear no escuro.

E ainda pior: o fato de você desconhecer esses dados fazem com que você cometa erros ainda piores.

Os próximos erros, que eu estarei listando no vídeo, tem uma intimidade direta com esse fator. E vocês entenderam o porquê.

No fim, a realidade é: se você quer evitar que você cometa erros com as finanças, seja as suas como pessoa, seja as suas como MEI, entenda exatamente como está funcionando pra onde está indo o seu dinheiro, como ele está chegando, e se REALMENTE tá chegando. Conforme você cresce, esse assunto começa a ficar bem mais difícil e delicado, e, por isso, você tem que prestar atenção desde já.

Cobrança tributária ao mudar de categoria

Como eu disse para você no começo do vídeo, existe um benefício muito famoso que nos acontece ao nos tornarmos MEI: temos uma isenção tributária de imposto de renda que vai até o limite de receita bruta anual de R$60 mil reais.

Isso quer dizer, em outras palavras, que se você se tornar MEI e, em 1 ano, não atingir uma receita bruta maior que R$60 mil, você não precisa pagar nenhum imposto de renda, apesar da declaração ainda ser obrigatória.

O problema é o que acontece quando superamos essa receita bruta.

Declaração do Imposto de Renda

O segundo erro é um erro MUITO comum, que acontece justamente na declaração do Imposto de Renda.

Isso porque muita gente acaba não se atentando ao fato de que, quando viramos MEI, passamos a ter que fazer 2 declarações, e não somente uma. Ou seja, além de termos que fazer uma declaração como Pessoa Jurídica, também temos que fazer uma de Pessoa Física.

E aí o bicho pega. Tem MEI que acaba fazendo a declaração pelo DASN, Declaração Anual Simplificada do MEI e esquece do IRPF normal. Ou até pior: a pessoa sabe que precisa fazer, mas não tem a mínima noção do que declarar em cada uma delas, já que, muitas vezes, o que ganhamos como empreendedor acaba se misturando com o nosso patrimônio de Pessoa Física.

Não encarar o erro como aprendizado

Bicho, eu bato bastante nessa tecla. Muita gente que tá começando a empreender agora tem tanto medo, mas tanto medo de acabar fracassando, que se ela erra, ela cria um trauma dentro dela mesma e começa a ter problemas na hora de decidir o rumo dela no empreendedorismo.

E cara, se você é MEI, você tá só no começo da estrada. Você vai se deparar com muitos erros ainda na sua vida, e é super normal. Não existe 1 empreendedor que não erre.

O lance é você ver o seu erro, assumir que errou, analisar o cenário, ver o que você poderia ter feito, e ir aprendendo com isso. Não entender o funcionamento do DAS

Vamos imaginar a seguinte situação:
Ai você está decidido a se tornar MEI. Beleza, você se empolga, vê que não é tão difícil abrir um CNPJ como MEI, vai lá, faz todo o processo e abre.

Mas aí você percebe que precisa estruturar muita coisa ainda antes de criar o seu negócio. Mesmo assim, você deixa o CNPJ aberto e vai resolver outras pendências na sua vida, pra só depois começar, de fato, a trabalhar como MEI.

Esse tipo de coisa é comum. E não necessariamente é uma coisa ruim, ou um erro. O problema é que ao abrirmos o CNPJ como MEI, já nos é obrigatório pagar o chamada DAS – o Documento de Arrecadação do Simples Nacional.

O DAS basicamente é uma obrigação mensal do MEI que ele deve pagar. Esse valor é de:

• R$ 47,85 – indústria ou comércio;
• R$ 51,85 – prestação de serviços; e
• R$ 52,85 – comércio, indústria e prestação de serviços.

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Score é aquele tipo de coisinha na nossa vida que podemos até passar um tempo sem conhecimento de sua existência, mas uma hora ou outra, ele bate na nossa porta. Principalmente no cartao de credito.

Mas, afinal de contas, o que é exatamente esse raio de score? E por que ele é importante na minha vida?

O score nada mais é, e assim como o nome dele diz, que uma pontuação. Ele vai de 0 a 1000 e é uma pontuação SUA, que é registrada no seu CPF ou CNPJ, caso estivermos falando de empresas ,e que tem como funcionalidade indicar qual a sua probabilidade de pagar as contas em dia.

Em outras palavras, basicamente é uma pontuação que acaba traduzindo o risco que uma instituição toma ao emprestar dinheiro para você. E é por isso que, muitas vezes para quem tem 18 anos, ele é uma fronteira a ser batida. Como estamos nos inserindo como pessoas responsáveis, é difícil ter um score relativamente alto. Seja porque não temos um histórico suficiente de bom pagador, seja porque o primeiro passo de quem começa a vida de adulto é gastar como adulto – e sem ter grana pra isso.

Para você ter uma ideia desse problema, o score médio de pessoas entre 18 a 20 anos é de 474, o que, nos padrões do serasa, é uma pontuação de risco médio. Ou seja, potencialmente pessoas entre 18 e 20 anos tem alguns problemas com o pagamento de contas e em conseguir crédito na praça.

Mas, claro, não é problema só de jovens. Inadimplência é um problema recorrente no Brasil, e que se intensificou ainda mais com a crise econômica.

Do outro lado da moeda, o Brasil vem melhorando, e alguns indicadores mostram que as pessoas estão voltando a procurar por crédito, o que reforça a ideia de que é importante ter um score bom para conseguir fazer com que essa procura tenha êxito.

Mas primo, é só por causa disso que ele é importante?

Não somente.

E na realidade, pode ser que até alguns estejam pensando “poxa primo, você me ensinou até agora que eu não devo pegar financiamento e nem nada do tipo, por que raios você vai me ensinar a ter um score bom pra facilitar que eu pegue crédito?”

E isso é porque o crédito tem usos, primo.

1. A ideia de que o crédito é sempre ruim é errada. Na realidade, existe o crédito bom, que é aquele crédito que tomamos quando queremos construir algo de valor. Quando estamos criando uma empresa, por exemplo, é difícil que nós tenhamos todos os recursos necessários em mãos para podermos colocar um novo projeto ambicioso em andamento. Nesses casos, o crédito, é uma solução viável. Claro que o projeto pode acabar se tornando um erro e o crédito se tornar um peso na sua vida, mas geralmente aqui é um risco do empreendedorismo.

2. Como eu já mostrei em um vídeo antigo aqui do canal, o CARTÃO DE CRÉDITO pode ser um grande aliado no controle das finanças pessoais, já que você consegue usar as funcionalidades dele para ir investindo e ganhando um pouquinho de dinheiro com o valor referente às mensalidades do cartão. Se você quer entender um pouco melhor o funcionamento disso, clique no link acima, ok?

Ou seja, em linhas gerais, existe o crédito bom, e ele geralmente é acessível a nós, independentemente se somos empreendedores ou não, pelo cartão de crédito.

Só que, claro, existem problemas relacionados a ele. E aqui eu nem estou falando muito em relação a tendência de muitas pessoas utilizarem ele para gastos compulsivos, mas principalmente em relação às TAXAS.

Que, no fim, é aquela famosa taxa de anuidade que, de pouquinho em pouquinho, vai comendo uma puta grana nossa.

Por essas e outras, cartões como o NUBANK, que são oferecidos sem taxas e sem anuidade, se tornaram tendência no mercado, e muito legais de serem adquiridos.

E o detalhe é que, para conseguirmos esses cartões, o score é ALTAMENTE importante. Querendo ou não, precisamos de um bom Score para termos acesso a essas formas legais de economizar. Entendeu a importância do Score?

Legal, primo! Entendi a importância do Score. Mas como eu aumento ele?