Fable 5 chegou metendo o pé na porta: um teste com IA que me surpreendeu (e esvaziou o bolso!)

Fable 5 chegou metendo o pé na porta: um teste com IA que me surpreendeu (e esvaziou o bolso!)

💡 Resumo rápido: Explore a capacidade impressionante do novo modelo Fable 5 da Claude AI, comparando-o com o Opus em desafios de criação de jogos 3D. Descubra como essa ferramenta poderosa pode revolucionar seu trabalho, mas prepare-se para o alto custo!

Olha quem voltou, gente! O Fable 5, o mais novo e poderoso modelo de inteligência artificial da Claude AI, chegou causando burburinho e, para ser sincero, me deixou de queixo caído. Eu nem conseguia prever o salto de capacidade que ele deu em comparação com o Opus, que já era incrível. O resultado foi simplesmente absurdo!

Mas, como nem tudo são flores, prepare o bolso! O Fable 5 é um gigante em performance, mas também em custo. Atualmente, ele é o modelo mais caro do mundo para o uso via API, custando US$ 50 por milhão de tokens de saída e US$ 10 por milhão de tokens de entrada.

Para nossa sorte (ou azar, dependendo do seu nível de empolgação!), a Anthropic, criadora do Claude AI, está com uma promoção de lançamento. Até 7 de julho, podemos usar o Fable 5 consumindo até 50% da nossa cota semanal gratuita. Depois dessa data, ele só poderá ser acessado via créditos, ou seja, pagando pela API.

O desafio Doom: Um clássico reinventado pela IA

Para testar o poder do Fable 5, propus um desafio que já havia entregue para outros modelos: criar um clone do Doom usando a biblioteca Three.js. A ideia era gerar um único arquivo HTML, contendo três inimigos e quatro armas, entregando tudo em um formato que pudesse ser executado diretamente no navegador.

O Fable 5 aceitou o desafio e entregou o "PERDIÇÃO 3D", um FPS retrô que prometia quatro armas (pistola, escopeta, metralhadora e lança-foguetes) e três tipos de inimigos (rastejador, cuspidor e brutamontes). O jogo ainda contava com ondas infinitas de inimigos, aumento gradual de dificuldade, coleta de vida e munição, e efeitos sonoros e visuais retrô.

Inicialmente, tive um susto! Ao tentar rodar o jogo diretamente na interface do Claude, ele não funcionou. Mas, após baixar o arquivo HTML e abri-lo localmente no navegador, o "PERDIÇÃO 3D" funcionou perfeitamente. Isso indicou que o problema era no renderizador HTML do Claude, e não no código gerado pelo Fable 5. Ufa!

Em termos de consumo, a criação do clone do Doom utilizou 28% da minha cota da sessão, o que é um valor considerável para um jogo simples.

Bola rolando: A simulação de futebol 3D e a comparação com Opus

A seguir, decidi elevar a barra e pedi ao Fable 5 para criar um protótipo de simulação de futebol 3D, também em um único arquivo HTML usando Three.js. O prompt foi bem mais complexo, incluindo requisitos como:

  • Física realista da bola.
  • Jogadores com movimentação fluida e controles via teclado.
  • IA dos jogadores adversários.
  • Arquibancadas com torcida e som.
  • Sistema de replay.
  • Ciclo dia e noite.
  • Interface de usuário completa para seleção de times, duração da partida e dificuldade.

Eu já havia testado um prompt similar com o Opus 4.8 em outra ocasião, e ele havia gerado um jogo chamado "FUTEBOL 3D", com gráficos decentes e jogabilidade fluida, embora eu nunca tenha conseguido fazer um gol!

O Fable 5, por sua vez, entregou o "GOLAÇO 3D", um jogo com uma interface mais rica, permitindo a escolha de times (Rubro FC, Azul Real, etc.), duração da partida, e até ciclo dia/noite. O mais surpreendente foi a animação da torcida e os efeitos de iluminação que mudavam com o horário.

No entanto, a jogabilidade com os controles do teclado não foi das mais intuitivas para mim. Apesar da IA e da física estarem bem implementadas, meus resultados foram desastrosos!

Para esta tarefa mais complexa, o Fable 5 consumiu 76% da cota da sessão, um valor ainda mais alto que o do Doom clone, o que reforça que modelos tão potentes vêm com um custo elevado.

Veredito: Quem "humilhou" quem? (E o que aprendemos sobre IA de ponta)

A diferença na qualidade do que o Opus fez e do que o Fable 5 conseguiu entregar foi simplesmente absurda. O Fable 5 demonstrou uma capacidade impressionante de entender prompts complexos e gerar código funcional para jogos 3D com recursos avançados.

No entanto, o alto custo e o consumo de tokens são fatores importantes a considerar. Para a maioria das pessoas, modelos como o Opus ainda são mais do que suficientes para as tarefas do dia a dia, sendo mais acessíveis e eficientes em termos de custo-benefício.

O Fable 5 se destaca em cenários onde a complexidade e a criatividade são primordiais, e onde outros modelos podem falhar. Ele é uma ferramenta poderosa para projetos de grande escala ou para superar bloqueios criativos em situações difíceis, agindo como um "Mega Brain" que consegue orquestrar soluções que parecem impossíveis.

Apesar de ser um modelo poderoso, o Fable 5, especialmente com a leitura de "skills" de frontend, consome muitos tokens. Isso pode levar a um gasto significativo, mesmo para tarefas que não parecem tão complexas. É crucial ter consciência disso e usar esses modelos de forma estratégica.

Em suma, o Fable 5 é um modelo espetacular que expande os limites do que a inteligência artificial pode fazer, especialmente em desenvolvimento de jogos. Mas seu poder vem com um preço, e saber usá-lo com sabedoria é a chave para tirar o máximo proveito sem esvaziar completamente o bolso. Vale a pena, mas com moderação!

Se você quiser se aprofundar nas pegadinhas do Fable 5 ou aprender a usar modelos open-source como o GLM 5.2 com capacidade de visão, confira os outros vídeos no canal!

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